Ricardo Darín, digno de Oscar



Ah esta Argentina ingrata, se cito um homem que tem erguido o cinema argentino é Ricardo Darín, e digo mais, foram dois filmes que me introduziram ao “novo” cinema de los hermanos, ambos estrelados por ele: Darín... El Darín... homem bonito, talentoso e um verdadeiro artista. Ta aí um prato cheio para os cinéfilos de plantão: O Filho da Noiva (El Hijo de La Novia 2001) e o ótimo: Nove Rainhas (Nueve Reinas 2000). Estes filmes devem ser vistos e analisados.


O Filho da Noiva:

Um homem com uma família e que não sabe valorizá-la.Do divórcio à herança de sua filha. Do passado os seus pais. Do presente seu mundo num restaurante. E ele, o personagem central, Rafael: Incrédulo e irritado.

Rafael é um homem extremamente estressado e atribulado com os excessos da vida, seu pai um senhor casado, mas solitário que deseja realizar, novamente, uma cerimônia na igreja com sua atual esposa, esta que vive num asilo.

Apesar da doença de Alzheimer que atinge a mãe, e a todos envolvidos, o que permeia é a tentativa de retomar o passado.

Darín realiza o papel com responsabilidade como Norma Aleandro, que não abusa dos exageros de um papel que naturalmente proporcionaria excessos. Talento este de uma atriz veterana e cheia de leveza na interpretação.

O filme sofre uma reviravolta depois que Rafael sofre um infarto, foi necessário levar um susto para não morrer, e é a partir desse dia que ele inicia seu recomeço.

Diferente dos filmes em que o protagonista é o vilão e se descobre para virar um anjinho, O Filho da Noiva é diferente. Primeiro: Há muito diálogo e menos ações melodramáticas, momentos extremamente divertidos, engraçados e outros absurdos. Momentos estes ocasionados por outro ótimo ator, Eduardo Blanco, que interpreta o amigo de infância de Rafael. Uma entrada triunfal e afirmo que todas as aparições de Blanco nos fazem rir.

Existe também o ponto analítico da história, Darín se permite a criticar sua própria argentina, além de haver varias tiradas que soam como criticas categóricas que servem para o mundo.
O filme é bom, com atuações excelentes e com uma simplicidade que fica difícil de acreditar ser mesmo da argentina.

Nove Rainhas:


Dois golpistas divertidos e sentimentais. Parece loucura, mas o filme Nove Rainhas ganha no sarcasmo e cara de pau de se dar bem na vida fazendo os mais absurdos trambiques.

Nem velhos, jovens e comerciantes se safam da falta de cara de pau de Ricardo Darín e Gastón Pauls.

O filme já começa numa trapaça inteligente que te confunde, até surgir o encontro da futura dupla de vigaristas é aí que começa a divertida união que move a ação do filme. O ponto crucial da película está na tentativa de roubar as Nove rainhas, selos raros, preciosos que vale o maior golpe da dupla, calculado em milhões.Se o filme é bom se dá pelo ótimo roteiro que mistura situações inteligentes, diálogos ágeis e as pitadas essenciais para um conflito dos personagens.

Nada é esquecido, o que torna a trama envolvente e, claro, as atuações são magistrais. O filme te deixa numa eterna dúvida ao querer saber quem vai se dar bem no final, e surpreende de forma moderada. Uma verdadeira trama argentina.
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Fora de Série - Eu disse, não disse?Por talissa às 15:01 em 10/03/2010

Eu não queria dizer que eu disse... Mas eu disse, não disse?

Quem viu o último inédito de The Good Wife vai ter que concordar comigo: A Kalinda é gay. Ok, ok, ficou 98% explícito - os outros 2% de certeza (para os céticos de plantão) foram encobertos por aquela mudança de rumo do apresentador de tv ficcional mais irritante que eu já vi. Vou fazer um resuminho da parte do episódio que nos interessa pros comentários de hoje:


Uma mulher teve a filha seqüestrada e se matou. Um apresentador de tv, daqueles bem fofoqueiros e filhos duma égua, acusou a mulher, em rede nacional e por repetidas vezes, de ter matado a própria filha, dizendo que por isso teria cometido suicídio.

A emissora que exibia esse programa acabou entrando em acordo com os advogados do marido da suicida, eles pagariam algo entre 2,5 e 3 milhões de dólares; seria caso encerrado. Mas o maldito apresentador ameaçou deixar a emissora, levando com ele seus sei-lá-quantos milhões de telespectadores caso indenizassem o viúvo.

Não lembro exatamente como aconteceu, mas o babaca se irritou com alguma coisa e descobriu segredos sobre alguns advogados da firma: um era alcoólatra, um estaria tendo um caso e, por último, mas não menos importante, alguma das mulheres seria lésbica. Pessoas, vocês não tem noção do susto da Kalinda, da cara de "suspeitei desde o princípio" da Alicia pra ela... Impagável. E fecharam com chave de ouro: o troxa ainda me aponta a lésbica errada. Diane só não se urinou de tanto rir porque ia ficar feio na tv.

Enfim, só queria escrever este textículo para dizer que eu estava mais uma vez certa (como se fosse novidade), meu gaydar não falha. O prêmio Talissa Dourada vai para uma personagem da qual eu não gostava muito no início da série, mas que me conquistou nos últimos episódios. Diane, venha pegar a sua Talissa, agora na versão estatueta e com muito mais ouro.

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Soap Opera Show - Quem matou meu personagem?Por Edimar Blazina às 12:00 em 09/03/2010

O assunto do capítulo de hoje é crime!

Brincar com a curiosidade do público é uma coisa que os autores adoram fazer. Afinal, quem consegue resistir a uma boa trama policial? Mas não pense que essa é uma exclusividade de nossos tempos, onde Jack Bauer e Lost nos prendem na frente da TV. É uma história bem antiga por sinal.

Uma das primeiras novelas a matar um personagem e despertar a pergunta “Quem matou Fulano de Tal”, foi “O Astro” de 1977. Janete Clair fez todo o Brasil querer saber quem foi o assassino de Salomão Ayala. Um rico empresário que foi morto por um viciado em drogas, com a ajuda da própria mulher e de um cabeleireiro. Exatamente a mesma história de um crime da época que Janete leu nos jornais, segundo a própria.

De lá pra cá, foram muitos os mortos que causaram suspense nacional. Odete Roitman (Vale Tudo, 1988) que o diga. Na época do crime da matriarca Roitman havia no Brasil até um bolão para adivinhar quem era o assassino, tamanho o sucesso.

Entretanto, depois de um tempo, e com os crimes cada vez mais comuns no Brasil, perdeu a graça um único assassinato. Foi então que, em 1995, a “Próxima Vítima” apareceu com uma nova modalidade: assassinatos em série.

Um carro preto percorria as ruas de São Paulo para matar suas vítimas. O que deu um suspense ainda maior. Cada vez que se pensava que um personagem era suspeito, pimba, ele morria. Silvio de Abreu de um nó na cabeça de todo o público. Mas Gilberto Braga é o campeão quando o assunto é “Quem matou”. Toda novela dele tem um crime que só é desvendado no último capítulo. Quem matou Taís Grimaldi, a gêmea ruim de Paraíso Tropical, ou quem matou Lineu Vasconcelos (Celebridade), são assassinatos dele.

Mas, fica a pergunta: até quando essa história vai colar?

Até quando as pessoas quiserem. Se o crime não dá certo, e esse não vira o foco principal da novela, sempre vai haver um bom culpado para ser o autor do crime: o vilão!
Se a novela corre bem, o assassino será alguém que ninguém suspeitava. Odete Roitman, por exemplo, foi morta por engano e não por que era má. Mas se algo desmorona e o crime vira a palhaçada da novela, existe um personagem com as costas largas que poderá carregar mais este crime.

Foi o caso de Lineu em Celebridade, ninguém deu muita bola para o assassinato do personagem, logo, a culpada foi Laura Prudente da Costa, a diabólica vilã da novela.



Daí quando o autor for ao Faustão falar sobre a novela, ele vai justificar “A vilã era maluca e sempre pensou neste crime”. E os atores vão dizer, “Eu não sabia que era a assassina, fiquei sabendo no dia da gravação, foi uma surpresa”.

E assim será até chegar a próxima trama.
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Origins - Franz FerdinandPor Fernando Lazzarotto às 17:00 em 08/03/2010




Salve! Cá estou eu novamente para mais uma postagem, a banda escolhida, como podem perceber, foi Franz Ferdinand. Resolvi começar com essa pois já tinha algum material pronto e ainda não me deram muitas sugestões de bandas, então por que não falar de uma das minhas favoritas?

A banda Escocesa, conhecida pelo sucesso de “take me out”, tem um estilo muito original, diga-se de passagem, “Único”. A forma como misturam musica e arte é sem dúvidas incrível! Bem, o que podíamos esperar de uma banda formada por verdadeiros artistas?

Acreditem, não é apenas “força de expressão”. Afinal, temos um baixista formado na Glasgow School of Art, um guitarrista que também é um excelente pianista clássico e um baterista, que apesar de não ter notáveis dons, pousava como modelo artístico.

Os músicos, Bob Hardy, Nick McCarthy, Paul Thomson, e Alex Kapranos, já tocavam em diversas bandas durante a década de 90, um detalhe, em bandas diferentes. Mas foi depois que o garçom Alex chamou seu colega Bob para compor que a banda foi tomando forma, aí eles convidaram Nick e mais tarde chegou a vez de chamar Paul, para finalizar. Estava pronta a formação, apesar de não ter as “posições” oficiais, já que todos tocavam de tudo e por isso trocavam de instrumento conforme desse vontade.

Agora que já se tem todos os integrantes, precisa-se de um local para ensaio. Parece simples, mas as vezes é um grande empecilho para bandas novas. De fato os primeiros ensaios do Franz foram na casa de McCarthy. Foi então que eles encontraram um galpão abandonado. Lugar perfeito para os ensaios! E porque não umas festinhas também?

É, criatividade é realmente o forte do Franz, e com uma cuspidela aqui, uma varridinha ali, talvez uma mão de tinta e “voilà”. Franz agora tinha seu próprio “laboratório”, para fazer suas experiências, e as testar, com uma festinha ou outra. O velho galpão acabou virando o “Chateau”, um local para quem gostava de boa musica e arte.




Take Me Out – Rumo ao Sucesso!

E não é que deu certo! Com um estúdio/palco baratinho, foi só uma questão de tempo para a banda decolar, e foi com o single “Take me out” que a banda recebeu atenção mundial. Depois disso foi só sucesso. A bandinha que tocava num barraco abandonado hoje faz turnês pelo mundo inteiro tocando para uma legião de fãs.



CASOS E ACASOS

Alex Kapranos: O vocalista e guitarrista já foi garçom, bartender, cozinheiro e até entregador de comida indiana. Como podem ver, é muito ligado a gastronomia, tendo escrito um livro com as aventuras gastronômicas de Franz, entitulado Sound Bites: Eating on Tour with Franz Ferdinand

Nicholas John McCarthy: Também conhecido como Nick McCarthief(car thief = ladrão de carros), apelido que ganhou devido a tara por invadir prédios comerciais para roubar bebidas e carros. Também chegou a brigar feio com Alex, por roubar sua garrafa de vodka. Nick entrou na banda para tocar bateria (ele não sabia tocar), aí quando descobriram ele trocou de lugar com Paul e ficou com a guitarra.

Robert Byron Hardy: Foi um dos mais importantes membros, pois junto com Alex começou a banda. Interessante história de como entrou para o mundo da musica, num belo dia de trabalho, Alex, seu colega, se ofereceu para ensinar-lhe baixo, ele respondeu “sou um artista e não musico” aí Alex disse que dava no mesmo, ele concordou e estava feito! Isso que é mente aberta.

Paul Robert Thomson: O baterista que já foi guitarrista e back vocal, também é DJ, coreógrafo e modelo de nu artístico. Inicialmente era pra ser guitarrista, mas aceitou gentilmente trocar de lugar com Nick, quando descobriram que o mesmo não sabia tocar bateria.

Que tal falar sobre o nome da banda? O nome não passa de uma homenagem a Franz Ferdinand, arquiduque austríaco cujo o assassinato foi a gota d’água para o início da primeira guerra mundial.




Do You Want To – Esse é o estilo “Franz Ferdinand”
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Os vencedores do Oscar 2010Por Uriel Gonçalves às 11:14 em

A 82ª edição do Oscar fechou ontem, com mais 24 estatuetas distribuídas para vários concorrentes. James Cameron e Kathryn Bigelow travaram uma disputa diferente, levando em consideração que os dois eram concorrentes e também eram um ex-casal.

Kathryn levou a melhor, com seis estatuetas de nove indicações, ao filme Guerra ao Terror. Já Avatar, de James Cameron, que também tinha nove indicações, levou apenas três estatuetas. Entre caras-e-bocas, Cameron até mesmo fingiu 'estrangular' a ex-mulher, brincando, é o que a gente espera.

"Guerra ao Terror" ganhou nas categorias de melhor filme, direção, roteiro original, montagem, edição de som e mixagem de som. Já "Avatar" levou as estatuetas das categorias técnicas como melhor direção de arte, fotografia e efeitos visuais.

O prêmio de melhor ator foi para Jeff Bridges, que já havia sido indicado outras quatro vezes, mas esta é a primeira que põe as mãos no mais cobiçado prêmio do cinema. Bridges venceu com o filme "Coração Louco", que conta a história de um cantor country bêbado e decadente.

Já como melhor atriz, a surpresa foi para Sandra Bullock, que já está meio veterana no Oscar. Com quase 20 anos de carreira, a atriz levou o prêmio pela sua participação no filme "Um sonho possível", algumas semanas antes a premiação, ela havia sido indicada como Pior Atriz, no Framboesa de Ouro, pelo seu papel no filme "Maluca Paixão".

Entre os coadjuvantes, nenhuma surpresa, quem venceu nestas categorias foi o austríaco Christoph Waltz, que fazia o vilão nazista, no filme "Bastardo Inglórios". E como atriz coadjuvante o papel de Mo'nique, em "Preciosa", foi essencial para ganhar esta estatueta.

Waltz garantiu a única estatueta para o filme de Quentin Tarantino, que estava indicado em oito categorias no total, só deu um pouco de azar, por concorrer quase sempre contra "Guerra ao Terror" e "Avatar". Mo'nique entrou para o hall das atrizes negras que levaram uma estatueta. Antes dela, apenas Hattie McDaniel, Whoopi Goldberg e Halle Berry haviam ganho algum prêmio.

A última surpresa da noite ficou por conta da categoria de Filme Estrangeiro. O preferido da noite era o filme "A Fita Branca", mas quem levou foi o argentino "O Segredo dos Seus Olhos", de Juan Jose Campanella. Entre outras categorias, ainda teve a vitória de "Up - Altas Aventuras", como melhor animação e melhor trilha sonora. "The Cove", como melhor documentário. "The Young Victoria" na categoria de melhor figurino. Melhor maquiagem ficou com "Star Trek". "The New Tenants" como melhor curta-metragem. "Music by Prudence", melhor documentário em curta-metragem. "Logorama", melhor animação em curta-metragem.
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A zebra do Oscar, ou não.Por Uriel Gonçalves às 23:44 em 07/03/2010

Um pouco antes do Women's Day ou Dia Internacional da Mulher, a Academia do Oscar resolveu dar um prêmio especial para uma das mulheres de Hollywood. Imagine levar um Oscar, ser a primeira mulher a ganhar um prêmio desses de melhor direção e de quebra ganhar do ex-marido, tudo isso na véspera do Dia da Mulher. Que loucura, né?

Bom, não sei qual foi o sentimento da Kathryn Bigelow quando o nome dela e o de Guerra ao Terror foram anunciados SEIS vezes pelos apresentadores Steve Martin e Alec Baldwin. O filme havia sido indicado em nove categorias, mesmo número de Avatar, o favorito da noite, de James Cameron. Aquele que gastou milhões e ganhou bilhões por um filme com uma tecnologia mega-avançada que revolucionaria a indústria do cinema, mas isso é para outro assunto.

Hoje, o negócio é o dia da mulher, ou melhor, o dia de Kathryn. Alguns sites fizeram várias matérias com mulheres em funções que homens exercem e/ou é dominada por homens. Kathryn não se encaixa perfeitamente nisso, levando em consideração que existem muitas mulheres diretoras, e das boas. Ela é a quarta indicada a este prêmio, as outras foram Lina Wertmuller, em 1976, Jane Campion, em 1993, e Sofia Coppolla, em 2003.

Possivelmente, a mesa tenha virado. Ao invés de Avatar revolucionar a indústria do cinema, quem vai fazer isso é Kathryn, abrindo espaço para as mulheres cineastas também disputarem seu lugar ao sol, ao lado de grandes diretores e, agora, diretoras.

Da Redação:
Guerra ao Terror venceu as categorias de melhor filme, melhor direção, melhor edição(montagem), melhor mixagem de som, melhor edição de som e melhor roteiro original, concorreu também às categorias de melhor ator, melhor trilha sonora e melhor fotografia.
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Das Antigas - Guns N' RosesPor Jugs às 17:17 em 05/03/2010

Olá a todos! Quanto tempo!! Aqui quem fala é a Jugs!
Sei que não lembram de mim, mas eu postava aqui no DeGaragem! Mas por alguns motivos ou não, fiquei afastada.. Mas estou de volta!
Mas vamos falar sobre o que interessa de verdade! No final não deixe de conferir o concurso pra ganhar ingressos para o show em Sampa!

Guns N' Roses é uma banda de hard rock norte-americana formada em Los Angeles, em 1985. A banda, é liderada pelo bixinha e ex-lindinho vocalista Axl Rose, passou por várias mudanças de formação e grandes brigas desde a sua criação. O Guns N' Roses lançou seis álbuns de estúdio, três EP, um álbum ao vivo e três DVDs musicais ao longo da sua carreira. O álbum mais recente da banda é Chinese Democracy, lançado em 2008 e o primeiro trabalho com novas faixas desde 1993. Eu achei uma droga, na moral.

O estilo musical, a presença de palco nos shows e a imagem de bad boy da banda ajudaram e muito para o sucesso da banda nas décadas de 80 e 90. O estilo da banda era bem diferente do estilo musical da época. Eles conseguiram muitos fãs com esse novo estilo e claro, pelo jeito meio que estranho do vocalista.. Eu adorava aquela dançinha estranha dele.

A banda teve grande sucesso mundial entre 88 e 93, mas devido a brigasentre os membros do grupo levou ao fim do alinhamento original (quase sempre culpa das excentricidade do Axl). Atualmente, Axl Rose e Dizzy Reed são os únicos membros originais na formação do Guns N' Roses, sendo o vocalista desde 85 e tecladista desde 90.

O novo trabalho, Chinese Democracy foi lançado no dia 23/11/08 (EUA) e 25/11/08 no Brasil e já vendeu cerca de 5 milhões de cópias em todo o mundo, atingindo a certificado de platina nos EUA por chegar a marca de 1 milhão de cópias. Sinceramente? Pra mim foi o pior de todos os albúns, passou bem longe dos estilos de músicas do Guns.. Mas fazer o que né?







Quer assistir ao show do Guns N' Roses em São Paulo, de graça? Para concorrer a um par de ingressos para a aguardada a apresentação de Axl Rose e Cia., Clique AQUI e responda à seguinte pergunta, com no máximo 30 palavras: "Por que o Guns N' Roses é considerado uma das maiores bandas de rock de todos os tempos?"

Início das incrições: 03/03/2010, 16h01
Fim das incrições: 10/03/2010, 23h59
Exibição dos resultados: 11/03/2010, 16h
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"Stylo" marca a volta dos Gorillaz, em 3DPor Uriel Gonçalves às 10:11 em

Vocês devem achar que é brincadeira, como assim em 3D? Como vai passar na televisão? Como eu vou ver? Bom, fãs de Gorillaz, não se apavorem. Eu já havia noticiado por aqui que várias bandas estariam preparando um novo álbum para ser lançado em 2010, entre elas os personagens de desenho mais conhecidos do mundo da música.

2D, Noodle, Russel Hobs e Murdoc Niccals voltaram em uma aventura com, nada mais nada menos que, Bruce Willis, que por sinal o clipe é uma espécie de perseguição policial, que não da pra se identificar exatamente o porquê de estarem fugindo. No momento que o Bruce Willis aparece, tudo muda. Ele é um personagem comparado à um Exterminador do Futuro ou algo do tipo, que os outros tem medo.

Vi o clipe, na prémiere, e me empolguei. Senti um Gorillaz renovado voltando aos padrões de antigamente. Stylo foi a faixa escolhida pela banda, do disco Plastic Beach, para ser o primeiro single. Espero mais. O clipe tem direção de Jamie Hewllet, que leva a banda para o mundo 3D. Respondendo as perguntas do início, o clipe não vai ser passado neste formato para quem não tem televisão que tenha suporte ao 3D.

Inclusive vocês já podem ver o clipe no youtube, já que a "incorporação foi desativada mediante solicitação" em quase todos os clipes com uma imagem boa ou em HD. Então eu não tenho como colocar aqui, apenas uma prévia do que te espera no clipe.

Para quem não sabe, Gorillaz estava parado desde 2005, quando foi lançado o último álbum de estúdio deles, chamado Demon Days. Agora, que venham com Plastic Beach, que venha de novo a banda virtual de maior sucesso. Que venha Gorillaz.




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Rock Talk - Recomendação de VideoclipePor Uriel Gonçalves às 15:20 em 04/03/2010

Por Paula Febbe

Slipknot - Before I Forget
Ano: 2005
Diretor: Tony Petrossian / M. Shawn Crahan



Qualquer diretor que fosse fazer um videoclipe da banda Slipknot já encontraria uma limitação no meio do caminho: Os integrantes da banda nunca mostram seus rostos, que estão sempre cobertos por máscaras. O fato dificulta na hora de mostrar algum tipo de sentimento ou intenção vinda dos membros da banda.

Até então, todos os vídeos do Slipknot haviam sido feitos com os integrantes usando as tais máscaras, mas Tony Petrossian e M.Shawn Crahan (percussionista do Slipknot) foram criativos: Usaram os planos de câmera certos para mostrar a expressão da banda, sem que aparecesse o rosto inteiro de nenhum dos integrantes.

As máscaras tão conhecidas estão presentes no clipe, só que penduradas em lugares estratégicos no cenário que não é nada além de um estúdio de ensaio da banda. Ainda mostrando apenas partes dos corpos dos integrantes, conseguimos perceber detalhes de suas tatuagens, vestimenta, acessórios e instrumentos musicais, o que traz uma intimidade muito grande entre o público e os artistas.

É bem provável que na primeira vez que você veja esse clipe, sinta uma angústia grande pela expectativa de ver os rostos deles. Não é necessário. O que mais importa na música deles está muito bem representado.

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Fora de Série - Papel VerdePor talissa às 15:31 em 03/03/2010

Pessoas de coração fraco, não leiam esse texto e não assistam ao link que eu vou postar, é pura desilusão. Não se pode confiar em mais nada.

Essa semana, uma amiga chegou para mim no MSN: "Talissa, tu que gosta de seriado, olha esse vídeo aqui http://www.youtube.com/watch?v=clnozSXyF4k ". Eu perguntei primeiro se era tranqüilo de abrir o link com a minha mãe na sala (nunca se sabe que cena ela poderia estar me mandando, vai que fosse Nip Tuck), ela confirmando, fui dar uma olhada.

Nossa, que desilusão! É tudo papel verde. A Casa Branca, os tribunais, as pessoas na rua... Tudo! Tudinho um papel verde bem monótono. Fui informada de que o nome disso é Chroma-Key, mas, sinceramente, não me importo. Todas as minhas ilusões de que eles realmente locassem esses lugares para a filmagem foram destruídas. Papai Noel não existe, crianças.

Imaginem só a chatice de gravar uma cena de perigo, por exemplo. Tu no metrô lotado de Nova York, virando a cabeça na tentativa de achar o teu perseguidor. Na verdade tu vais estar entre quatro paredes verdes, sem mais ninguém na frente das câmeras, se mexendo feito uma barata tonta. Lindo.

Lembrei-me agora (eu escrevi "me lembrei", mas o word não me deixa começar frase com pronome oblíquo) que em Bones os dois agentes principais estão sempre no Lincoln Memorial. Blasfêmia! Eles estão é bem sentados no estúdio no meio do quê? De um monte de papel verde! E quando o Jack Bauer está na Casa Branca? Mais papel verde! Na melhor das hipóteses, o papel será azul.

Por essas e outras, caros adoradores de seriados, é que vos pergunto: sabem aquele ditado que diz (sinto que fui redundante) "onde há fumaça, há fogo"? Double fail. Onde há fumaça, há um computador, e onde há fogo, também. Desiludida que estou, entrego o prêmio Talissa Dourada para a série Os Simpsons, pelo menos nela nós podemos confiar que o único papel verde que aparecer será um arbusto.

E este é o vídeo que me desiludiu.



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Oscar chegandoPor Clarissa Madalozzo às 00:01 em


Estamos chegando na 82° edição do Oscar, festival glamuroso, elegante, chique do último, e claro, cheio de estrelas. Não podemos deixar de citar que o maior festival de cinema também é odiado por muitos artistas que se sentem banidos desta panelinha, como é conhecido o Oscar, onde quem leva o prêmio nunca - de jeito algum - pode deixar de agradecer The Academy Awards.

Vamos hoje relembrar os vencedores na categoria de melhor filme de todas as edições, faremos uma lista e destacaremos os mais importantes. Acompanharemos também o Oscar deste ano que acontecerá no dia 7 de março e tem os seguintes filmes concorrendo ao melhor do ano:


Avatar
O Lado Cego
Distrito 9
Educação
Guerra ao terror
Bastardos Inglórios
Um Homem Sério
Preciosa
Up – Altas Aventuras
Amor sem escalas


Antes uma curiosidade sobre a estatueta: Para os que só conseguiam enxergar um homenzinho abraçado numa mega espada chegou perto, porém a imagem representa um guerreiro com uma espada sobre um rolo de filme. A estátua tem 34 centímetros, e é feita de estanho, cobre, platina e, ainda, folheada em ouro. Valiosa não?

Agora, relembrando o ano de 1929, este do qual nem éramos nascidos, porém foi neste ano que aconteceu a primeira edição do Oscar, e no quesito melhor filme os concorrentes eram:

Asas
Sétimo céu
A Lei do Fortes


Reparem que são três filmes concorrendo nesta categoria, hoje já chega a dez. O grande vencedor daquele ano foi Asas, estrelado por Clara Bow.

Segue abaixo os filmes vencedores de todas as edições do festival:

Melodia na Broadway (1930)
Nada de Novo no Front / Sem Novidades no Front (1931)
Cimarron (1932)
Grande Hotel (1933)
Cavalgada (1934)
Aconteceu Naquela Noite (1935)
O Grande Motim (1936)
Ziegfeld - O Criador de Estrelas (1937)
Émile Zola (1938)
Do Mundo Nada Se Leva (1939)
…E o Vento Levou (1940)
Rebecca - A Mulher Inesquecível (1941)
Como Era Verde o Meu Vale (1942)
Rosa de Esperança (1943)
Casablanca (1944)
O Bom Pastor (1945)
Farrapo Humano (1946)
Os Melhores Anos de Nossas Vidas (1947)
A Luz É Para Todos (1948)
Hamlet (1949)
A Grande Ilusão (1950)
A Malvada (1951)
Sinfonia de Paris (1952)
O Maior Espetáculo da Terra (1953)
A Um Passo da Eternidade (1954)
Sindicato de Ladrões (1955)
Marty (1956)
A Volta ao Mundo em 80 Dias (1957)
A Ponte do Rio Kwai (1958)
Gigi (1959)
Ben-Hur (1960)
Se Meu Apartamento Falasse (1961)
Amor, sublime amor (1962)
Lawrence da Arábia (1963)
As Aventuras de Tom Jones (1964)
Minha Bela Dama (1965)
A Noviça Rebelde (1966)
O Homem Que Não Vendeu Sua Alma (1967)
No Calor da Noite (1968)
Oliver! (1969)
Perdidos na Noite (1970)
Patton, Rebelde ou Herói? (1971)
Operação França (1972)
O Poderoso Chefão (1973)
Golpe de Mestre (1974)
O Poderoso Chefão: Parte 2 (1975)
Um Estranho no Ninho (1976)
Rocky, um Lutador (1977)
Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1978)
O Franco-Atirador (1979)
Kramer Versus Kramer (1980)
Gente Como a Gente (1981)
Carruagens de Fogo (1982)
Gandhi (1983)
Laços de Ternura (1984)
Amadeus (1985)
Entre dois amores (1986)
Platoon (1987)
O último imperador (1988)
Rain Man (1989)
Conduzindo Miss Daisy (1990)
Dança com lobos (1991)
O silêncio dos inocentes (1992)
Os imperdoáveis (1993)
A lista de Schindler (1994)
Forrest Gump - O contador de histórias (1995)
Coração valente (1996)
O paciente inglês (1997)
Titanic (1998)
Shakespeare apaixonado (1999)
Beleza americana (2000)
Gladiador (2001)
Uma mente brilhante (2002)
Chicago (2003)
O Senhor dos Anéis: O retorno do rei (2004)
Menina de ouro (2005)
Crash - No limite (2006)
Os infiltrados (2007)
Onde os fracos não têm vez (2008)
Quem Quer Ser Um Milionário? (2009)



E qual sua aposta para o vencedor de 2010?
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Soap Opera Show - Eu Bebo Sim...Por Edimar Blazina às 09:47 em 02/03/2010

Se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não!!”

Pois tem gente que discorda da frase acima. Se tem um tema que os autores amam é a bebedeira. Sempre tem um personagem que exagera na dose e acaba indo parar nos Alcoólicos Anônimos. Aí está a Renata de Viver a Vida que não me deixa mentir!

Barbara Paz, a Renata (bebum) de Viver a Vida

Nesse sentido a vida imita a arte. São vários escândalos na rua, copos jogados na parede, banhos frios e muitos problemas para o núcleo que foge do bafômetro.

E é sobre eles que nós vamos falar!

Preparei uma lista de alguns personagens que excederam no “on the rocks” e fizeram um show durante os mais de 200 capítulos de suas novelas. E, para começar, a mãe de todos os alcoólatras:

Heleninha Roitman (Vale Tudo – 1988)
A filha da dona Odete adorava um whisky com algumas pedrinhas de gelo. Sim, a moça vivia bebendo até cair, só para depois continuar bebendo deitada. Heleninha, apesar de rica, quando bebia armava barracos inesquecíveis. Um exemplo? Quando soube que a mãe havia sido assassinada, Helena, caindo de bêbada, se matou de rir! Só no último capítulo a moça procurou o AA, o que inspirou muitos alcoólatras da época a fazer o mesmo.

Confere aí um dos porres da moça... (atenção para o texto das falas, muito bom!)



Orestes (Por Amor – 1998)
Cecília Dassi ainda era uma menina quando já se debulhava em lágrimas por seu pai ser um homem frustrado na vida e bêbado. A graça não estava no personagem, mas na menina. Orestes não inovou em nada, apenas repetiu o que todos já haviam feito: bebedeiras e escândalos. Mas desta vez, o olhar triste da menina que brigava pela recuperação do seu pai, comoveu o público e elevou a moral do personagem.

Santana – (Mulheres Apaixonadas – 2003)
Passados alguns anos, começam a surgir as versões de Heleninha. Santana era uma professora que não conseguia controlar seu vício. A personagem chegou a beber perfume e encher dezenas de cocos com vodka, tudo para pensarem que ela não bebia mais. Ver Holtz deu um ar dramático para a personagem, que realmente era viciada. Mas ela também aprontou, como no dia em que foi dar aula bêbada, ou quando foi encontrada dormindo na igreja.

Renata (Viver a Vida – 2009)
Por último, mas não menos importante, Renata. A filha mais nova dos bebuns de novela tem surpreendido. Não na interpretação, porque a atriz não fez nada de especial. O diferente desta vez foi o autor falar de um problema que poucos conheciam: pessoas que bebem para não comer. Muito comum no mundo das modelos. Pontos para Manoel Carlos!

Esses aí de cima não foram os únicos, tem muitos outros que também marcaram época. E com certeza, eles também não serão os últimos, afinal, no Brasil aproximadamente 98% da produção de cachaça é consumida internamente. Alguém precisa continuar bebendo isso tudo!

Por hoje foi isso, até o próximo capítulo! Até!

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Origins - ApresentaçãoPor Fernando Lazzarotto às 17:00 em 26/02/2010


E aí? Aqui quem escreve é Fernando, realmente não tenho certeza sobre os motivos de ter decidido começar a postar, talvez a vontade de experimentar uma nova experiência, ou, mais uma opção para escapar do tédio. Bom, o que importa é que estou aqui postando para a coluna “DeGaragem – Origins”.

Diga-me se nunca em sua vida, ao ver aquela banda famosa tocando para uma legião de fãs, você não acabou pensando, “Aaaah, como é boa a vida de musico!?” E é lógico que é muito boa! Afinal todo mundo te ama, você ganha dinheiro (e não é pouco), e ainda de quebra viaja pelo mundo inteiro em meio a turnês. Quando pensamos assim até parece um sonho, é... realmente é!


Bem como dizem que nem tudo é um mar de rosas, a longa estrada rumo ao sucesso pode acabar virando um verdadeiro inferno! Pois afinal no início ninguém quer te ouvir, você não passa de um anônimo e não tem dinheiro nem pra pegar um bus, quanto mais pra viajar pelo mundo.

Sem sombra de dúvidas, boas bandas não chegaram até onde estão por sorte, ou bons “contatos”, elas ralaram, insistiram, correram atrás, ralaram mais um pouco até que conseguiram um lugarzinho bem apertadinho no grande palco do sucesso. Tudo isso é claro regado e alimentado a muito, sexo, orégano e rock 'n roll.

Então, por que não saber mais sobre as origens de sua banda favorita? Pois se você pensava nisso toda a noite antes de dormir, seus problemas acabaram! DeGaragem – Origins entra no DeLorean, volta no tempo e trás tudo que interessa, tanto as besteiras quanto as façanhas de seus ídolos no inicio de carreira!

Falaremos de tudo e de todos, não importando o estilo, seja do mais pop ou mesmo o extremo punk. Portanto sinta-se a vontade para comentar, criticar e até mesmo pedir um post sobre a sua banda favorita. Pois pode ter certeza que Fernando vai atrás e busca algo interessante!
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Rock Talk - Recomendação de VideoclipePor Uriel Gonçalves às 20:29 em 25/02/2010

Por Paula Febbe

Aerosmith- Pink
Ano: 1997



Um vídeo-clipe muito bem humorado que mistura uma variedade aleatória de todo tipo de gente bizarra, misturado a membros da banda em efeitos especiais que andam em direção a câmera. O clipe só não é totalmente feito em um fundo branco por causa de tais efeitos, que na época, eram de alta tecnologia digital. Embora seja difícil de encontrar uma ligação entre o termo “Pink” e o vídeo em si, podemos fazer uma ligação entre a leveza de ambos.

Música (terceiro single do CD Nine Lives do Aerosmith) e vídeo são divertidos, imprevisíveis e interessantes. Entretém de uma maneira singular, nos mostrando o bom humor dos membros de uma banda tão consolidada, que até gosta de se mostrar de uma maneira não-convencional. Aliás, característica que talvez sempre tenha acompanhado a banda e principalmente o vocalista dela, Steven Tyler, seja por seus trejeitos no palco, suas roupas ou sua voz.

Fatos curiosos sobre “Pink”:

Ganhou o prêmio de “Melhor vídeo de rock” em 1998 pela premiação do VMA, feita pela MTV;








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Fora de Série - HousePor talissa às 17:40 em 24/02/2010

Fãs, respirem aliviados: House está de volta. Depois de um longo recesso por culpa das festas de fim de ano e do carnaval, o médico mais cínico, inteligente e manco da tv retorna aos nossos lares. E o melhor: a Lisa Cuddy volta com ele.

Não tenho palavras para dizer quantas saudades eu senti das discussões, retóricas, trucos e retrucos entre o triângulo House - Wilson - Cuddy. Ah Cuddy, se soubesses quanta falta vosso decote me fez... E nessa nova temporada, quem estava acompanhando reparou, House e Lisa mudaram seus papéis na brincadeira de gato e rato. Ela, que costumava ser a gata (e ainda é, miau), passou a fugir do charme do seu subordinado, e ele, que costumava humilhá-la nos avanços românticos, passou a correr atrás da oportunidade perdida por meios não tão nobres, como é a cara do House.

No epísódio dessa quinta-feira - que eu ainda não assisti, estou resistindo bravamente à tentação de baixá-lo antes de ser exibido no Brasil - House será pedido em casamento pelo Wilson (não briguem comigo, não é spoiler, isso é mostrado na propaganda da Universal), obviamente numa brincadeira pelos comentários dos seus vizinhos acerca da relação deles.

O caso médico que será resolvido eu desconheço, aliás, raramente entendo todo aquele processo de doenças auto-imunes e blá blá blá. Faço exatamente como meu avô (surdo, coitado) que apenas sorri e concorda quando falam com ele.

Agora um recado para todos os Hamerons (shipper House + Cameron) que ainda resistem às evidências de que o House pertence à Cuddy: a loirinha chata nem está mais no seriado, chora, emo (com todo o respeito).

Parei para pensar agora para quem eu daria o prêmio Talissa Dourada. Se eu ouvisse apenas meu coração, daria para a Cuddy (ô se daria...), mas tenho que levar em consideração que o que eu mais gosto nessa série é a interação entre o triângulo citado no início do texto: House - Wilson - Cuddy. Por isso o prêmio vai para quem quer que seja o roteirista que faz as falas dessas 3 personagens. Quero ser assim quando crescer.
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