26/02/2010

Origins - ApresentaçãoPor Fernando Lazzarotto às 17:00 em 26/02/2010


E aí? Aqui quem escreve é Fernando, realmente não tenho certeza sobre os motivos de ter decidido começar a postar, talvez a vontade de experimentar uma nova experiência, ou, mais uma opção para escapar do tédio. Bom, o que importa é que estou aqui postando para a coluna “DeGaragem – Origins”.

Diga-me se nunca em sua vida, ao ver aquela banda famosa tocando para uma legião de fãs, você não acabou pensando, “Aaaah, como é boa a vida de musico!?” E é lógico que é muito boa! Afinal todo mundo te ama, você ganha dinheiro (e não é pouco), e ainda de quebra viaja pelo mundo inteiro em meio a turnês. Quando pensamos assim até parece um sonho, é... realmente é!


Bem como dizem que nem tudo é um mar de rosas, a longa estrada rumo ao sucesso pode acabar virando um verdadeiro inferno! Pois afinal no início ninguém quer te ouvir, você não passa de um anônimo e não tem dinheiro nem pra pegar um bus, quanto mais pra viajar pelo mundo.

Sem sombra de dúvidas, boas bandas não chegaram até onde estão por sorte, ou bons “contatos”, elas ralaram, insistiram, correram atrás, ralaram mais um pouco até que conseguiram um lugarzinho bem apertadinho no grande palco do sucesso. Tudo isso é claro regado e alimentado a muito, sexo, orégano e rock 'n roll.

Então, por que não saber mais sobre as origens de sua banda favorita? Pois se você pensava nisso toda a noite antes de dormir, seus problemas acabaram! DeGaragem – Origins entra no DeLorean, volta no tempo e trás tudo que interessa, tanto as besteiras quanto as façanhas de seus ídolos no inicio de carreira!

Falaremos de tudo e de todos, não importando o estilo, seja do mais pop ou mesmo o extremo punk. Portanto sinta-se a vontade para comentar, criticar e até mesmo pedir um post sobre a sua banda favorita. Pois pode ter certeza que Fernando vai atrás e busca algo interessante!
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25/02/2010

Rock Talk - Recomendação de VideoclipePor Uriel Gonçalves às 20:29 em 25/02/2010

Por Paula Febbe

Aerosmith- Pink
Ano: 1997



Um vídeo-clipe muito bem humorado que mistura uma variedade aleatória de todo tipo de gente bizarra, misturado a membros da banda em efeitos especiais que andam em direção a câmera. O clipe só não é totalmente feito em um fundo branco por causa de tais efeitos, que na época, eram de alta tecnologia digital. Embora seja difícil de encontrar uma ligação entre o termo “Pink” e o vídeo em si, podemos fazer uma ligação entre a leveza de ambos.

Música (terceiro single do CD Nine Lives do Aerosmith) e vídeo são divertidos, imprevisíveis e interessantes. Entretém de uma maneira singular, nos mostrando o bom humor dos membros de uma banda tão consolidada, que até gosta de se mostrar de uma maneira não-convencional. Aliás, característica que talvez sempre tenha acompanhado a banda e principalmente o vocalista dela, Steven Tyler, seja por seus trejeitos no palco, suas roupas ou sua voz.

Fatos curiosos sobre “Pink”:

Ganhou o prêmio de “Melhor vídeo de rock” em 1998 pela premiação do VMA, feita pela MTV;








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24/02/2010

Fora de Série - HousePor talissa às 17:40 em 24/02/2010

Fãs, respirem aliviados: House está de volta. Depois de um longo recesso por culpa das festas de fim de ano e do carnaval, o médico mais cínico, inteligente e manco da tv retorna aos nossos lares. E o melhor: a Lisa Cuddy volta com ele.

Não tenho palavras para dizer quantas saudades eu senti das discussões, retóricas, trucos e retrucos entre o triângulo House - Wilson - Cuddy. Ah Cuddy, se soubesses quanta falta vosso decote me fez... E nessa nova temporada, quem estava acompanhando reparou, House e Lisa mudaram seus papéis na brincadeira de gato e rato. Ela, que costumava ser a gata (e ainda é, miau), passou a fugir do charme do seu subordinado, e ele, que costumava humilhá-la nos avanços românticos, passou a correr atrás da oportunidade perdida por meios não tão nobres, como é a cara do House.

No epísódio dessa quinta-feira - que eu ainda não assisti, estou resistindo bravamente à tentação de baixá-lo antes de ser exibido no Brasil - House será pedido em casamento pelo Wilson (não briguem comigo, não é spoiler, isso é mostrado na propaganda da Universal), obviamente numa brincadeira pelos comentários dos seus vizinhos acerca da relação deles.

O caso médico que será resolvido eu desconheço, aliás, raramente entendo todo aquele processo de doenças auto-imunes e blá blá blá. Faço exatamente como meu avô (surdo, coitado) que apenas sorri e concorda quando falam com ele.

Agora um recado para todos os Hamerons (shipper House + Cameron) que ainda resistem às evidências de que o House pertence à Cuddy: a loirinha chata nem está mais no seriado, chora, emo (com todo o respeito).

Parei para pensar agora para quem eu daria o prêmio Talissa Dourada. Se eu ouvisse apenas meu coração, daria para a Cuddy (ô se daria...), mas tenho que levar em consideração que o que eu mais gosto nessa série é a interação entre o triângulo citado no início do texto: House - Wilson - Cuddy. Por isso o prêmio vai para quem quer que seja o roteirista que faz as falas dessas 3 personagens. Quero ser assim quando crescer.
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23/02/2010

Nine, o glamour decadentePor Clarissa Madalozzo às 22:31 em 23/02/2010


Imagine uma crise profissional e pessoal que faz teu imaginário viajar...

Vamos lá...vamos que vamos falar um pouco de cinema...hoje falaremos do musical Nine. Antes, gostaria de citar que fiz uma pequena pesquisa de satisfação dos cinéfilos e fiquei um tanto decepcionada com o pessoal que não gostou do filme. Confesso que me identifiquei com o personagem central, talvez isso tenha tornado a película, para mim, boa.

Imagine um conflito pessoal intenso, que te faz pensar, em forma de musical. Brilhante, se tratando de Daniel Day-Lewis, um elegante e envolvente ator, mais ainda no papel de Guido Contini, charmoso, problemático, mulherengo, criativo e sarcástico. Um chamariz de belas mulheres.

Começamos com o elenco, diria de peso me referindo à Judi Dench, Sophia Loren Marion Cotillard, Penélope Cruz. Ah é, tem também Nicole Kidman e Kate Hudson...

Nine ganha no dilema interno e no conflito pessoal do cativante Guido, este em crise na elaboração de um roteiro fazendo com que seus devaneios sejam representados pelos fantasmas de suas mulheres durante sua vida.


O que mais atrai nesta película é o enredo bem bolado, é tão real o desespero do protagonista que se traduz em uma bela arte dançante, um refúgio criativo colocado em forma de musical.

Não posso deixar de citar a aparição de Fergie do Black Eyed Peas, apesar de não haver diálogo, ela uma prostituta que abusa da sensualidade, como Penélope Cruz em uma das cenas mais quentes do filme. Mas Cotillard usa da boa atuação e a sutilidade feminina na construção de uma esposa fiel e sofrida. O musical é bom, coreografias sensuais, afinal todos amam Guido, que se dá do sarcasmo ao ridículo, do desesperado ao divertido. Guido pode ser claro em alguns momentos, mas suas idéias são subjacentes e seu dilema contínuo.

Admiro personagens em crise por isso recomendo Nine, além de uma fotografia belíssima, afinal é Itália e todos a amam.


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Soap Opera Show - Fizeram um clone do Clone...Por Edimar Blazina às 09:00 em

Voltando com mais um capítulo da nossa novela, vamos falar sobre "O Clone", ou "El Clon"

Que nada se cria, tudo se copia, isso todo mundo sabe. Já faz muito tempo que não somos surpreendidos com novidades. Não quero arriscar, mas acho que a última novela a inovar mesmo foi "Beto Rockfeller" em 1968. Essa foi a trama responsável por termos hoje uma linguagem mais solta nas novelas, e não frases como "queira me perdoar, meu caro" ou então "Evandro Manoel porque me abandonaste?", clássica das novelas mexicanas.

Pois bem, foi copiando que a Telemundo e a Rede Globo resolveram adaptar a novela "O Clone" (2001) para o mercado hispânico dos Estados Unidos.

Não sei você mas eu tenho medo!

Vamos relembrar: O Clone foi ao ar em 2001, quando pouco se falava em clonagem. O centro da novela eram dois irmãos, gêmeos, Diogo e Lucas, (exatamente como na novela atual), que, apesar de iguais eram completamente diferentes. Um mais descolado, outro mais sério. Obviamente que um morreu, e o outro, o Lucas, vive um dilema até que... tchanam...

Um médico, muito a frente de seu tempo, faz um incrível clone para repor o menino perdido. Esse clone, o Léo, cresce sem saber de nada e coincidentemente se apaixona por Jade, a amada de Lucas.

Claro que Jade e Lucas não podem ficar juntos porque ela é muçulmana. Dai em diante a briga dos irmãos aumenta e o amor de Jade e Lucas só cresce. Entre danças do ventre e viagens ao Marrocos a trama se desenrola.

Relembrados os fatos, vamos aos motivos de eu não ver com bons olhos o remake enlatado dos EUA.

Rio de Janeiro virou Miami
Alguém por favor explica qual a semelhança? Além das cidades serem completamente diferentes, fica no ar uma dúvida. Havia na novela uma espécie de favela, onde Dona Jura (a mesma que dizia: Né brinquedo não, hein...), tinha um bar. Lá ela cozinhava pastéis de camarão para seu amado sambista, o Tião.

Será que Dona Jura se chamará Lourdes Maria e vai fazer tacos para seu amado mariachi Alonso Fernandez? Mas isso eles explicaram. Segundo a rede Telemundo o bar da Dona Jura vai virar um clube de salsa.

Juro que não entendi...

Clonagem não é mais novidade
Ok, há dez anos essa história de clones até colava, mas hoje em dia não sei não. Quem ainda não sabe nada sobre clonagem pode entrar na internet e rapidamente você tem milhares de sites explicado cada passo. Léo e sua turma não enganam mais ninguém!

A novela já foi vista em mais de 20 países
Sim, mais de vinte países, e ne versão original. E sabe qual a principal língua desses lugares: o espanhol! Bom depois que dublaram Jade e seus coleguinhas (inclusive nos EUA), quem vai querer ver a versão? Ou você assitiria a versão brasileira de Friends gravada no SBT?

Bom seja de gosto duvidoso ou não, "O Clone" tem um ponto a seu favor: o dramalhão. Essa novela tem choro do começo ao fim. O casal é separado mil vezes, a mocinha vive aprisionada a sua religião e a um noivo, que se disser três vezes a frase "eu te repudio" deixa a pobre Jade "jogada ao vento" pelas leis muçulmanas.

Uma perfeita trama mexicana, não?

Boa sorte a Globo e a Telemundo, afinal, vão precisar! Fique com a chamada para "El Clon":



Por hoje era isso, até o próximo capítulo.
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22/02/2010

Antes de Guns, que tal Bach? Sebastian Bach!Por Uriel Gonçalves às 15:29 em 22/02/2010

Tá todo mundo sabendo do show do Guns no Brasil, obviamente um dos mais falados, até mesmo esqueceram do Coldplay, Dream Theater e tudo mais. Só não ganhou do Metallica, lógico.

Mas enfim, enquanto o Alex Kapranos, do Franz Ferdinand, criou uma espécie de enquete pra escolher qual banda vai abrir o show deles, o Axl Rose resolveu chamar um velho conhecido. Ênfase no velho.

Quem vai abrir todos os shows do Guns 'n Roses no Brasil é o cantor, compositor, ator e ex-vocalista do Skid Row, Sebastian Bach. O vocalista Axl Rose e Bach são parcerios de longa data. Durante a turnê Use Your Illusion, de 1991, o Skid Row abriu vários shows do Guns.

E da para ver que Sebastian Bach tá animadíssimo com esse convite. No site oficial Bach já falou sobre os shows em terras tupiniquins. “Nós estamos inacreditavelmente honrados de ir para o Brasil com o Guns N’ Roses em março. Que maravilhoso será poder tocar novamente neste país lindo e quente. Eu mal posso esperar para estremecer os estádios e arenas de todo o país. Muito obrigada, Axl Rose e Guns N’ Roses. See ya soon, Brazil!”.

Abaixo vocês podem conferir o som de My Michelle, que o Axl Rose canta junto com Sebastian Bach, quem sabe eles se juntam no palco aqui no Brasil, também?


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19/02/2010

Just Dance de Lady Gaga em versão iídichePor Uriel Gonçalves às 19:05 em 19/02/2010

Bom, depois da curiosidade mega criativa dos japoneses pagodeiros, ou melhor... o J-Pagode do Y-No, apareceu agora o Na Nach, um grupo judeu conhecido por associar o pop com a religião e regravar hits musicais no dialeto judaico.

A última do grupo foi ir contra uma igreja mega ultra hiper radical dos Estados Unidos, a Westboro Baptist Church, e regravar a música Just Dance da Lady Gaga. Esta igreja, formada por cristãos radicais, afirmou que Deus odeia Lady Gaga, mas e daí? O que eles tem a ver com isso?

Nada. É isso que o Na Nach tem a ver com isso, e fizeram uma versão bem curiosa para a música que estourou nas paradas em 2009. O vídeo é, realmente, bastante interessante e a música é fácil de ser reconhecida, pelo ritmo, que não muda em quase nada e não perde em quase nada pra versão original.

Lembrando que ele é gravado no dialeto judaico asquenaze, uma mistura de alemão om hebraico. Ficou bem interessante essa versão.





Da redação: A corrente Na Nach recebeu seu nome de um mantra sagrado homônimo, e seus membros são conhecidos por associarem fortemente a religião à música pop. Um dos seus principais símbolos são vans brancas que podem ser vistas em Tel Aviv e outras cidades de Israel, sempre tocando tecno com letras com mensagens religiosas em alto-falantes.

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18/02/2010

Soap Opera Show - Desmistificando as HelenasPor Edimar Blazina às 12:01 em 18/02/2010

Alguns capítulos atrás eu falei sobre o Manoel Carlos. Ele não é meu autor favorito, sou muito mais dos dramalhões da Glória Perez e das tramas quase policiais do Gilberto Braga. Mas, como Maneco está no ar, falemos dele e de suas “Helenas”...

Todo mundo pensa que Helena é o nome da filha, da esposa, de uma amante ou o ego do autor, mentira! Segundo o próprio, Helena é apenas um nome forte, de mulher decidida, que ele gosta de usar nos seus textos.

Vejamos, a primeira Helena nasceu em 1981, na novela Baila Comigo, vivida por Lilian Lemmertz, atriz já falecida. Desde então, somente em outras duas novelas Maneco não usou o nome que ele tanto gosta.

Mas vamos desmistificar as Helenas...

Eu discordo do autor quando diz que as Helenas são fortes, muitas foram bem sem sal. Maitê Proença, em 1991, e Christiane Torlone, em 2003, estão aí e não me deixam mentir. Essas se tivessem morrido durante a trama ninguém sentiria falta. Pra mim, somente duas Helenas foram realmente marcantes.


As eternas Helenas de Manoel Carlos

Regina Duarte em Por Amor (1997)
A mãe super protetora que trocou seu bebê vivo pelo bebê morto da filha. Regina Duarte surpreendeu com essa Helena.

Tirando as viradas de cabeça e o drama - que são naturais da atriz - ela foi muito bem e marcou a novela com sua interpretação. A personagem era uma mãe muito chata que mimava demais a filha, mas a atriz encarnou bem e se destacou. A cena mais legal: foi quando ela contou que trocou os bebês e a filha disparou a célebre frase: “Eu odeio você, eu odeio o que você fez!”.

Vera Fischer em Laços de Família (2000)
Mais uma vez a Helena era uma mãe, mas muito diferente da sua homônima de Por Amor. Essa não deu um bebê para filha, fez pior: deu o namorado!

Sim, bem adiantada para as preconceituosas telespectadoras, essa Helena já dava os ares de uma mulher moderna, o perfeito protótipo do sexo frágil do novo milênio. Tudo bem que Vera Fischer mais uma vez mostrou toda a sua inexpressividade mantendo a mesma face paralisada em todas as cenas, mas a personagem em si era forte, por isso merece a lembrança. A cena mais legal: Obviamente quando ela da uma surra em Dóris, personagem infernal da Débora Seco.

Nem vamos falar na Helena que Taís Araújo está interpretando em Viver a Vida: péssima.

Outro detalhe do Maneco: já perceberam que os médicos são sempre Dr. Moretti? E sempre tem uma Marta nas histórias, cuidem!

Como diriam os Caçadores de Mitos do Discovery: mais um mito desfeito!

Por enquanto foi isso, então, até o próximo capítulo!
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17/02/2010

Rock Talk - Recomendação de videoclipePor Uriel Gonçalves às 21:25 em 17/02/2010

Por Paula Febbe

Depeche Mode - Wrong
Dirigido por Patrick Daughters
Ano: 2009
O clipe de Wrong perturba. No meio da noite, um carro que anda para trás é aparentemente controlado por um homem sem expressão. Com o passar do vídeo - e de alguns acidentes- percebemos, que o homem estava inconsciente dentro do veículo, e provavelmente, havia sido vítima de um seqüestro em que o tinham deixado inconsciente e de mãos atadas.

A mistura da música com as imagens consegue passar, à medida que o homem acorda, a agonia e desespero vividos pela personagem quando finalmente percebe que não há nada que possa fazer para conseguir se livrar da situação em que está, pois obviamente, ter vivido uma vida completamente errada foi o que o levou àquela situação.

Metaforicamente, mesmo que soltasse as amarras e conseguisse controlar o carro, não conseguiria ter o controle de sua vida de volta.




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Fora de Série - FriendsPor talissa às 14:01 em

Eu fui passar uns dias na casa da minha dinda durante o carnaval e acabei assistindo seriados 60% do tempo – os outros 40% eu passei dormindo -. Ela tem mais canais pagos que eu, então, passeando pelos que eu não tenho (warner, sony e fox), descobri que Friends ainda é exibido. Puts, taí um seriado que marcou época, é difícil achar alguém com mais de 15 anos e menos de 60 que nunca o tenha assistido. Mais difícil ainda é encontrar alguém que não goste de Friends. Acho que em todos os anos em que foi exibido - e mesmo quando foi cancelado - só umas duas pessoas me disseram não gostar da série. Ainda assim acho que esse não-gostar é daquele tipo “não me chama a atenção, mas se eu parar para ver, vou rir”.

Claro, boa parte da comédia depende de o telespectador conhecer a química das personagens, o que não é difícil: são apenas 6 fixos, todos com características bem particulares:

Phoebe é a doidinha com complexo de cantora e conhecedora da natureza humana (afinal, quem teria a presença de espírito para perceber que quando um amigo está pra baixo por causa de uma mulher, um bom jeito de colocá-lo para cima – vocês e suas mentes poluídas – é lhe mostrar o decote).

Ross é o paleontólogo meio bobo que... Não, não vou colocar nenhum plus aqui, acho que arqueólogo e bobo são as características principais dele, mas vocês podem adicionar o que pensam de cada um nos comentários.

Chandler é o piadista, claro que todos eles nos fazem rir, mas Chandler faz com que as personagens riam também.

Monica é a neurótica. Não sei exatamente o porquê, mas tenho a impressão de que ela é a mais correta entre eles. Não no sentido de ser a mais normal, mas a mais sensata.

Rachel começou a série sendo a mais fresca, patricinha, mas ganhou profundidade ao longo das temporadas, talvez na primeira mesmo.

Por fim, Joey, o pegador metido a ator e burro. Particularmente, eu não gostava muito dele quando comecei a assistir. Mudei de opinião.

Então, se você veio de Mercúrio e nunca ouviu falar de Friends, não sabe do que se trata, aí vai: a série é toda sobre situações comuns envolvendo as personagens citadas acima: namoros, brigas, emprego, vizinhança, filhos, família, jantares, etc. Nada que não possa ocorrer com qualquer grupo de amigos, afinal todos nós conhecemos pessoalmente pelo menos um(a) ator (atriz) da Malhação (por mais vergonhoso que isso seja), todos nós temos no mínimo 3 amigos que tocam violão, todos nós temos uma amiga fresca, uma neurótica, um burro... Dica: se você não conhece algum desses tipos de amigo, fique atento(a), ele(a) pode ser você.

É isso aí, tenho que me arrumar pra ir pra praia agora, então vou parar pela metade assim mesmo. Se ele não for postado na quarta-feira, briguem com o Uriel, é pro e-mail dele que vou mandar esse texto.
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13/02/2010

One Hit K.O - HoobastankPor Uriel Gonçalves às 01:44 em 13/02/2010

Depois de quase quatro meses esquecido, resolvi voltar com a One Hit K.O, a coluna das bandas que fizeram sucesso mundial com uma música só. Da última vez, eu havia falado sobre a Fountains of Wayne, que tinha feito sucesso com Stacy's Mom.

Desta vez quem vai ser trabalhado aqui na One Hit K.O, é a banda Hoobastank, ainda do século XXI, conhecida quando eu tinha meus 14 anos.


História: Bom, o Hoobastank existe oficialmente desde 1994, quando os integrantes ainda tocavam em bandas diferentes. O vocalista Doug Robb e o guitarrista Dan Estrin estavam em um concurso de bandas, competindo no colégio, quando se impressionaram com a habilidade dos concorrentes. Então eles largaram os grupos que faziam parte e se juntaram ao baixista Marku Lappainem e o baterista Chris Hesse para formar o Hoobastank. Não sei dizer exatamente o que eles tocam, mas da para considerar alguma coisa entre o rock alternativo e o post-grunge, apesar da música The Reason deles ser uma baladinha quase emo, sendo que isso não existia na época.

Discografia: Muffins (1997), They Sure Don't Make Basketball Shorts Like They Used To (1998), Hoobastank (2001), The Reason (2003), Every Man For Himself (2006) e For(n)ever (2009).

Four Hits and K.O: Crawling in the Dark (2001), Running Away (2002), The Reason (2004), If I Were You (2006).

Curiosidades: Bom, além do Hoobastank ter se formado em 1994, durante uma competição do colégio Agoura High School, acho que vale como curiosidade saber que Mike Shinoda e Brad Delson, do Linkin Park também frequentaram esta escola, uma legítima formadora de músicos. Também é interessante saber que os caras do Hoobastank tiveram uma grande ajuda da internet, em uma época onde a internet era muito menos usada, em 1999. E foi graças a internet que a banda conseguiu assinar com a Island Records, em 2000. Hoje, como vocês sabem, a internet é essencial ferramenta de divulgação de músicos.

Opinião: Novamente, procurei uma banda conhecida para falar, nunca fui muito apaixonado pelo Hoobastank, mas lembro que na época The Reason embalava meu sono. O álbum de estreia da banda foi muito criticado, sendo classificado como 2,5 entrelas no All Music Guide. Bom, hoje eu não daria muito mais que isso, não. A banda é limitada e mantenho a afirmação dita na época, é uma banda que se formou nas voltas de Incubus, e não apresenta nada inovador e mais um como muitos outros. Eles não são criativos, nem ao menos talentosos no que se inclinam a fazer. Na única vez que mudaram o estilo de som, veio o The Reason e atingiu o segundo lugar nas paradas, depois de uns anos apareceu de novo com If I Were You, em quinto lugar. Bom, o último álbum deles anda muito fraquinho, talvez o pior desde a estreia com um selo de gravadora. Desejo sorte para eles, mas longe do meu Mp3.

Classificação da banda: 5,0





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12/02/2010

O Som do Anime - Beck, Mongolian Chop SquadPor Daniel Filho às 13:43 em 12/02/2010

Criar uma banda, conviver com os difíceis conflitos internos do grupo, enfrentar as mais duras barreiras da carreira, fazer um som maneiro, e por fim, estourar em todas as paradas de sucesso. Beck - Mongolian Chop Squad trata de tudo isso e um pouco mais.

O anime, adaptado do mangá de Harold Sakuishi, foi uma das mais sensacionais obras que o mundo Otaku já leu, viu e com certeza, ouviu.

Beck retrata o cotidiano de uma banda japonesa criada por um jovem guitarrista com o dom da música, um adolescente apaixonado, um vocalista encrequeiro, um baterista novato e um baixista gente fina.

Todo o drama e romance envolvidos na história com certeza valem a pena. Porém, o que mais chama a atenção no anime, pelo menos para os que possuem ouvidos mais aguçados, é a música. E quando falo música, não falo só das músicas de abertura e encerramento, comuns a qualquer anime. Falo de toda a trilha sonora, de todo o amor pela música, sobretudo, pelo rock.

Vários elementos contribuem para a sensacionalidade do anime. O inglês, constantemente falado e cantado, ainda que a história se passe quase que inteiramente no Japão. A citação e/ou parodiação (se é que esta palavra existe) de grandes nomes da música mundial, como John Lennon, Jim Morrison, Janis Joplin, Freddy Mercury, Sid Vicious, Kurt Cobain, Bob Marley, dentre tantos outros.

Ainda fazem parte da trama, alguns elementos peculiares, como a famosa Lucille, guitarra de B. B. King, um dos gigantes do Blues nos Estados Unidos. Assim como as guitarras de Angus Young, as quais o apaixonado Kyouki faz os seus primeiros shows com a banda.

Músicas de sucesso em suas épocas, como I've Got a Feeling (The Beatles) e Follow Me (Rocket Boys) são sucessos do repertório de Beck.


Beat Crusaders, banda criada em 1997, foi uma das bandas que mais tocou no anime. A música de abertura, Hit In The USA, é o maior sucesso do grupo. Outras músicas da banda que tocaram no anime foram: Moon On The Water e Super Ko Rider.


Beck é, sem sombra de dúvidas, um anime fascinante!

Só para finalizar, o que era boato, para a alegria de muitos, se tornou realidade. Beck - Mongolian Chop Squad terá um Live Action, que será dirigido por Yukihiko Tsutsumi. As gravações começam em julho deste ano. Vamos esperar para ver!

Espero que tenham gostado, até a próxima!
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10/02/2010

Fora de Série - The Good WifePor talissa às 19:11 em 10/02/2010

The Good Wife é uma das mais novas séries exibidas pela Universal, aborda a nova vida de Alicia, uma mulher casada com um político envolvido num escândalo sexual e suspeito de corrupção. Para sustentar a casa e os filhos (2 adolescentes) sem o marido (que é preso), ela volta a exercer advocacia junto com um ex-colega de faculdade.


Para defender seus clientes, ela conta com a ajuda de Kalinda, uma detetive contratada por essa associação de advogados, e seguidamente recorre a informações que seu marido tem devido a seu antigo cargo.

A série é ótima. Mesmo tendo recém começado, a atriz Julianna Margulies já recebeu um (merecido) Globo de Ouro por sua atuação; a personagem Kalinda mantém o bom humor dos episódios e nos mantém (muito) interessados na sua vida. Ela já havia trabalhado para Peter Florrick (o político) e aparentemente o mantém informado sobre o que ocorre fora da prisão e nos casos de Alicia. Outro rabinho que os escritores deixaram para manter mais uma porta aberta sobre a vida da detetive foi uma pequena ligação que Alicia fez para ela, e que é atendida por uma outra mulher não situada na série de forma alguma, a não ser pelo nome. A suspeita sobre a vida sexual de Kalinda é endossada por um questionário que um dos jovens advogados da firma lhe faz durante uma investigação (a sister recognizes a sister).

Entre as personagens fixas ainda está a sogra de Alicia (Jackie), chata e metida como toda sogra merece ser. Ela ganhou inclusive um toque telefônico especial da sua neta, que programou uma música de “perigo” no celular da mãe para toda vez que telefonasse.

Como eu não posso deixar de criticar alguma coisa, aí vai: os escritores parecem ter um certo interesse em estabelecer um romance entre Alicia e seu ex-colega de faculdade, atual sócio da firma. Não! Por tudo que é mais sagrado, não! O cara não é bonito, não é charmoso, tem uma índole duvidosa, e...eu já disse que ele não é charmoso? Ah sério, ele não tem carisma nenhum. Particularmente, eu preferiria que ela tivesse alguma coisa com a Kalinda, mas como a Alicia me parece bem definida sexualmente (e heterossexualmente), que volte (ou continue) com o marido - ele traiu, mas é muuuito mais interessante que o advogado almofadinha - ou que continue sozinha, ela está muito bem assim.

Então quem quiser conferir, eu provei e aprovei, ligue no Universal Channel toda segunda às 22h para ver o inédito e às 21h para assistir a reprise do anterior.

Quase esqueci a premiação. Eu sei, eu sei, a atriz ganhou um Globo de Ouro, mas o que é um Globo de Ouro quando comparado às 3 semanas de história do Talissa Dourada? - A pergunta é retórica, reflitam -. O prêmio euzinha coberta de ouro vai para... (rufem os tambores)... Kalinda! Não, não é só porque eu suspeito que ela seja entendida, ela merece porque me faz rir, aceitem isso e mantenham seus coraçõezinhos abertos. That’s all, folks.
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Banda Sandálias vai dar ingresso para o Franz FerdinandPor Uriel Gonçalves às 12:17 em

Que tal levar um ingresso pro show do Franz Ferdinand, em qualquer lugar do Brasil, na faixa, de graça, por conta da casa?

Então tu podes participar da promoção que a banda Sandálias tá fazendo, é uma barbada. O negócio é tu indicares o maior número de amigos possíveis para votar na banda para abrir o show dos caras em Porto Alegre.

O negócio é o seguinte, os produtores da atração internacional abriram um espaço no hotsite da turnê brasileira para o público indicar bandas para a abertura dos quatro shows que ocorrem no país.

E de olho nessa chance, os roqueiros da Sandálias decidiram dar um ingresso de qualquer show do Franz no Brasil para o fãs que mais ajudá-los no concurso.

Ganha o presentão quem provar, por printscreens da tela do voto que indicou mais amigos para votar no Sandálias e enviar os arquivos para o email sandaliasrock@gmail.com. O concurso vai até o dia 26 de fevereiro.

O grupo escocês Franz Ferdinand toca em Porto Alegre, dia 18 de março no Pepsi On Stage, seguindo para Rio de Janeiro (19 de março), Brasília (21 de março) e São Paulo (23 de março).
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09/02/2010

Y-no, novo fênomeno do YouTubePor Uriel Gonçalves às 15:25 em 09/02/2010

Como não falar das estrelas instantâneas que o youtube cria, de vez em quando? Já teve vários, impossível contar, grande maioria se perdeu no tempo, outros ainda estão fazendo um pseudo-sucesso por aí, como a menina do CrossFox. Mas o fato é que esta nova criatura que habita os vídeos mais visitados do youtube é exclusivamente diferente de tudo que tu já viu.


Bom, vocês já devem conhecer o J-Rock, J-Pop e outros Jay's por aí, mas e o J-Pagode? Bom, é o nome que eu vou dar para essa mistura que estudantes e funcionários de Tóquio, fizeram. O nome do grupo é Y-no, foi formado em 2006 e já fizeram cover de Fundo de Quintal, Revelação e Art Popular e só em 2008 começaram a fazer músicas próprias, foi quando lançaram o primeiro single "Não tem a vontade de perder".

Bom, todos os integrantes da banda são japoneses de origem e cantam em português, mas como vocês podem ver no vídeo abaixo, eles ainda não descobriram que o google tradutor não traduz certo. Desde o lançamento do single, eles vem tocando em casas brasileiras no Japão, como a Espeto Brasil, em Otsuka, e a Crocodile, em Harajuku.

Resta saber se esse tal do J-Pagode vai conquistar os Otakus de plantão e começar a ser chamado para os eventos que acontecem aqui. Imagina todo a galera cantando junto, no coro “eu estava sofrendo para te procurar/ Namoração da internet é bom, né?/ Eu sou galinha/ Eu quis te olhar, a mulher nua/ Mas agora você já está batendo no meu coração/ Aí gatinha, me dá uma chance para este lixo/ Ma-ra-vi-lho-so”.




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08/02/2010

Soap Opera Show - Um enredo faz a diferençaPor Edimar Blazina às 11:29 em 08/02/2010

Bom, dando continuidade a Soap Opera Show, hoje eu quero falar do enredo.

Nenhuma novela sobrevive sem um bom enredo. Isso mesmo, aquela história que faz você sair cedo da faculdade para assistir ao capítulo da morte da personagem X ou Y, ou então aquele que é tema para as conversas em todos os lugares.

Façamos a equação de uma novela de sucesso: junte uma mocinha, um galã garanhão, um par romântico e uma vilã genial. Pronto você tem uma novela que fascina o Brasil.

Concordo que já não se fazem mais novelas de sucesso absoluto. Até porque não há como comparar as épocas das produções. Mas veja esse exemplo: em 1972 “Selva de Pedra” atingiu 100 pontos de IBOPE em um dos capítulos. Isso quer dizer que todas as pessoas que tinham TV naquela época estavam assistindo a personagem de Regina Duarte ser desmascarada. Isso sim é que é sucesso!

Confere aí a cena...



Enfim, voltando ao capítulo anterior…

Atualmente o perfil das personagens mudaram muito, até porque a sociedade mudou muito. Hoje ninguém mais acredita que uma mulher sofra tanto sem revidar, ou que revide apenas nos minutos finais da novela. Não é real!

Pensando nisso - e garantindo o seu sustento - os autores estão inovando cada vez mais. Os vilões não ficam mais satisfeitos em apenas roubar o amor da mocinha da novela, agora eles torturam psicologicamente, matam de verdade e são graduados em maldades! Isso da graça ao enredo!

A vilã mor da TV era Maria de Fátima Accioli, personagem de Glória Pires em “Vale Tudo” (1988). Sabe qual foi a principal maldade dela? Vender a casa da mãe e deixá-la na miséria. Ela não é um doce de menina perto da diabólica Flora de “A Favorita”?

Mudanças no público, adaptações a parte, queda na audiência das novelas... O que importa quando os geniais autores conseguem fazer com que personagens encantem o país, mesmo sendo o diabo encarnado, e coloquem o Brasil para cantar, “Que Beijinho Doce...”, por exemplo?

Isso é um enredo bom, com personagens brilhantes e atores geniais!

Pra terminar, vamos relembrar o sucesso da inesquecível Flora...



Ah, esqueci de falar de mim, segue aí um perfil meu: Edimar significa rico e famoso. Isso eu ainda não sou. Edima Blazina, ou ED, é estudante de jornalismo que tem algo entre 15 e 30 anos. Suas metas? Estão sendo traçadas. Objetivos? Que importa, a vida é tão efêmera. De tudo o que sobra de importante, prefere seguir cantando o que diz Silvio Santos: do mundo não se leva nada, vamos sorrir e cantar! Twitter: @edblazina
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07/02/2010

Rock Talk - Proud Mary de TinaPor Uriel Gonçalves às 20:42 em 07/02/2010

Por Paula Febbe

Não foi apenas com barracos e brigas que Ike e Tina Turner fizeram história.
Se você acha que a versão mais rock n´ roll de Proud Mary é de uma banda chamada Credence Clearwater Revival você pode estar tremendamente enganado! Sabia?

Tina e seu marido na época, Ike Turner, conseguiram fazer uma versão absurda desta música e talvez isso se devesse exatamente ao possível paralelo que a energia colocada pelos dois neste single tinha com o relacionamento de Ike e Tina.  A versão deles começa de uma maneira calma e segura e se transforma em algo energético, forte, frenético e violento...Assim como o casamento dos dois.



Por Paula Febbe
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05/02/2010

Soap Opera Show - É hora de falar de novela!Por Edimar Blazina às 13:54 em 05/02/2010

Ok, é hora de assumir: eu assisto novela!

Sim me prendam, falem mal, me humilhem em praça pública. No Brasil dizer que se assiste novela é quase vergonhoso e, sinceramente, não entendo a causa, motivo, razão ou circunstância!

Isso está associado a pessoas de baixa renda, empregadas e mães que na volta do supermercado assistem a novela. Rótulos que muitas pessoas não querem assumir. Bobagem!

Mas voltando ao capítulo anterior...

Eu assisto e gosto. Fiquei um tempo sem ver, mas depois voltei, como não assistir a impagável Lilia Cabral atormentando a Helena sem graça da Taís Araújo? Ou então a atuação perfeita da Aline Morais. Não da! O mais incrível é a semelhança com a vida real que o Manoel Carlos – autor da novela - consegue trazer para as obras dele.

Tudo bem que ninguém acorda tarde como a Helena e sai do trabalho a hora que quer, e também ninguém tem cinco empregadas para arrumar a casa e sempre fazer bolos que nunca ninguém come no café da manhã. Me refiro aos dramas reais como a menina na cadeira de rodas enfrentando problemas de verdade. Ela não está ali porque merece, ou porque é ruim, ela simplesmente está: como na vida real!

Quem não lembra da Camila, também personagem das novelas do Maneco, que fez todo mundo chorar ao raspar a cabeça por ter um câncer? É essa proximidade que me refiro.

Uma vez li uma entrevista com o autor e ele dizia que muito de seus personagens surgiam de conversas que ele ouvia na rua. Então a Tereza, a Luciana, o Marcos e até a Helena andam por aí. Poderiam ser cada um de nós. Acho que essa é a mágica da novela. Por mais que você saiba que uma mulher de cabelos crespos não acorda com eles tão em ordem como os da Helena, você, que é casado com uma mulher de cabelos crespos, espera um dia ver sua amada tão linda como a Helena.

É onde a ficção enfeita a realidade e deixa ela como deveria ser! É assim desde que a Branca de Neve anulou o feitiço do mal com um beijo, pra que mudar?

Se a Luciana vai andar daqui alguns capítulos? Bom, não sei, mas espero que sim. Para dar uma pontinha de esperança para quem está passando por isso e se vê na personagem. Afinal a função da novela, na minha opinião, é deixar a realidade mais bonita.

Boa sorte a Luciana e até as cenas dos próximos capítulos.
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Guerra ao Terror, um erro desfeitoPor Uriel Gonçalves às 00:01 em

O filme que estreia hoje nos cinemas brasileiros precisou ganhar 16 prêmios de melhor direção e outros 30 em categorias diversas para que a Imagem Filmes desfizesse o erro e a injustiça. A distribuidora brasileira havia lançado o longa-metragem diretamente em DVD, no primeiro semestre do ano passado.

Guerra ao Terror é um eletrizante drama de guerra que estreou em 2008, no Festival de Veneza, além de ter concorrido a três Globos de Ouro em janeiro. No dia 2, o filme recebeu nove indicações ao Oscar - o mesmo número de Avatar. Embora Guerra ao Terror tenha poucas chances de tirar as estatuetas do filme de James Cameron, grande vencedor do Globo de Ouro, acabou virando um adversário surpresa.

Dirigido pela ex-mulher de Cameron, Kathryn Bigelow, Guerra ao Terror começa com o sargento Matt Thompson, líder de um esquadrão anti-bombas, em ação numa Bagdá ocupada pelos Estados Unidos. Quem faz o papel do sargento é Guy Pearce, de O Conde de Monte Cristo, Amnésia e Priscila, a Rainha do Deserto, e tudo indica que é por ele que o espectador tem que torcer. Minutos depois, uma explosão tira Guy Pearce de cena.

Em pouco tempo, a sensação de personagem principal é reposta por outro sargento, Wiliam James (Jeremy Renner), que chega para chefiar a equipe. Logo na primeira missão, fica evidente que o protagonista, um expert em desarmar explosivos, é viciado em adrenalina. Enquanto James arrisca a própria pele e a de seus soldados, uma contagem regressiva surge na tela de tempos em tempos, indicando quantos dias faltam para que os eles possam voltar aos Estados Unidos.

Atente para o desconcertante e bem resolvido final. O roteiro de Mark Boal, que em 2004 acompanhou como jornalista as atividades de um esquadrão antibombas no Iraque, destroça implacavelmente a possibilidade de haver algo de heroico numa guerra. Nesse sentido, faz lembrar obras como Agonia e Glória (1980), de Samuel Fuller – classificadas em sua época como “filmes de macho”. Com Kathryn Bigelow se filiando a essa tradição, fica evidente que não se trata de macheza. É apenas bom cinema.






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04/02/2010

Filha de Kurt Cobain "estreia" como cantoraPor Uriel Gonçalves às 15:14 em 04/02/2010

Eu não diria que foi bem uma estreia, já que ela não passa nem perto do talento do pai, nem nos quesitos musicais muito menos para composições. Mas já é um caminho, existe aquele ditado "filho de peixe, peixinho é", então quem sabe ela consiga achar o caminho musical dela, desde que seja longe da sombra do pai.

Bom, a pseudo-estreia da possível celebridade de 17 anos, Frances Bean Cobain, foi no disco de Evelyn Evelyn, o novo projeto da Amanda Palmer, dos Dresden Dolls, junto com Jason Webley.

A adolescente, que acabou de romper com a mãe, faz participação na faixa chamada My Space, fazendo coro. Além de Frances Bean, a canção ainda conta com as participações de artistas como Gerard Way, do My Chemical Romance, Tegan and Sara e Weird Al Yankovic.





Enquanto não vaza na internet qualquer pedaço da música MySpace, então fiquem com "Have You Seen My Sister Evelyn?", da banda Evelyn Evelyn.





E acho que vale uma homenagem também ao pai desta criatura que deve estar se revirando no túmulo ao ver a mãe deixar o anjinho dele se transformar em algo assim.




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03/02/2010

Fora de Série - HeroesPor talissa às 16:38 em 03/02/2010

Eu nunca tinha parado pra assistir um episódio inteiro de Heroes, mas ontem vi uma propagando do próximo inédito que me chamou atenção. Resolvi baixar a partir do que está sendo exibido no Universal Channel (não, eles não me pagam comissão pela propaganda), afinal eu não teria a paciência de assistir quatro temporadas só para ver uma cena.

Apesar de não ser o tipo de seriado que eu gosto, não é ruim, só frustrante pelo excesso de personagens e histórias interligadas em tantos pontos que impedem que a continuidade da série seja clara (principalmente enfiando aquelas viagens no tempo no meio de tudo). Num episódio estamos vendo a ex-líder de torcida protegendo a amiga/colega de quarto/possível namorada de uma irmandade da faculdade (até parece piada), no seguinte o Hiro volta para o Texas e fica brincando com o tempo durante os 45 minutos de exibição, no outro Noah tenta salvar outra criança com poderes, e por aí vai.


É frustrante porque em uma dessas histórias nós acabamos ficando mais interessados, queremos ver o que vai acontecer; só que para isso temos que assistir mais 10 episódios, com especiais pra cada um dos outros heróis que não nos interessam tanto. São várias linhas paralelas que se ligam de alguma forma ao novelo principal.


Particularmente, as viagens no tempo são o mais cansativo: param o tempo, voltam no tempo, param de novo, voltam mais um pouco, daí avança, pára no meio, dá uma abaixadinha, vai mexendo gostoso, balançando... Vocês entenderam. E sempre cuidando para não dar ponto sem nó. É como rever 10 vezes o primeiro episódio da série de vários ângulos. Apesar desse vai-e-vem, reconheço o mérito da série por manter os mesmos atores coadjuvantes que fazem essas pequenas aparições. Seria horrível uma nova Charlie por temporada, socorro...


Serei sincera, Heroes não faz o meu tipo (mas a loira com a habilidade de congelar qualquer coisa faz. Tracy, me liga), baixei para ver uma cena específica e o que eu escrevi acima foram impressões de alguém que só assistiu quatro episódios (para descobrir onde a cena que eu queria ver iria culminar). O seriado não é confuso como talvez eu tenha feito parecer no segundo parágrafo, é apenas tão entremeado que cansa. Já dizia o Jaiminho: prefiro evitar a fadiga.


Para não perder o recente hábito, vou anunciar a vencedora do Talissa Dourada, só que até agora ela nem tinha sido citada no texto. O prêmio vai para Emma, a personagem surda com poder sinestésico, que enxerga a cor dos sons (e racha paredes com isso, sabe Deus como). Não tenho uma justificativa específica para premia-la, só simpatizei com a moça, acho que tenho essa liberdade já que sou a única jurada.
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01/02/2010

Queen - I want you Break FreePor Uriel Gonçalves às 19:30 em 01/02/2010



Por Paula Febbe

As situações inusitadas normalmente costumam ser bastante interessantes para videoclipes e o vídeo de “I want to break free” do Queen é um bom exemplo disso. O clipe começa com uma paródia da novela Coronation Street que costumava ir ao ar na Inglaterra, terra natal dos membros da banda. Cada um dos integrantes é caracterizado como uma personagem da novela. Um dos pontos altos do clipe é exatamente no começo quando os integrantes da banda são apresentados como as mulheres. Freddie Mercury aparece usando saia curta e meia-calça e aspira o pó da casa, enquanto Brian May aparece como uma dona de casa com roupão cor-de-rosa e bobes na cabeça, John Deacon como uma viúva idosa e Roger Taylor como uma colegial.

Há também um efeito feito com pessoas carregando lanternas acesas em uma escada, enquanto descem degraus e a banda canta trechos da música. Este foi um truque muito bem pensado, já que naquela época não havia possibilidade de criar tantos efeitos especiais. Além destas situações, há uma parte do clipe feita com o Royal Ballet em que Freddie Mercury raspou seu tão famoso bigode para interpretar Nijinsky.

Por causa de alguns preconceitos, o vídeo arruinou a banda nos EUA e foi inicialmente banido da MTV americana, o que acabou sendo revisto em 1991 depois de Brian May ter apresentado o VH1 My Generation 2. Talvez isto tenha sido mais uma amostra de que o vídeo era atual demais para sua época.
Curiosidade sobre “I want to break free”:

1- A música foi usada anos depois em uma campanha da Coca-Cola.




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